A melhor solução de telefonia para agências web e de comunicação
O tempo comercial de uma agência é o que sobra: torne-o dez vezes mais produtivo.
Centenas de empresas usam a para rentabilizar cada chamada
O diagnóstico
O que o trava hoje
Prospeção sacrificada assim que a produção carrega
Dependência da recomendação
Pedidos recebidos no site contactados tarde demais
A resposta
O que muda com o Skipcall
Próprio do seu setor
O calendário de uma agência: quando é que o orçamento dos seus clientes existe
Uma agência raramente perde um trabalho pela qualidade do que faz. Perde-o pelo momento: um orçamento de novo site ou de campanha decide-se em datas identificáveis, e uma chamada feita três semanas depois cai numa verba já atribuída. Conhecer este calendário vale mais do que duplicar o volume de chamadas.
Setembro e janeiro: as duas portas de entrada
O regresso ao trabalho acorda os projetos congelados em agosto, e janeiro abre as verbas do novo exercício. São as duas janelas em que uma primeira chamada tem mais hipóteses de encontrar um projeto real e não uma intenção vaga. Ao contrário, agosto e a segunda quinzena de dezembro só servem para preparar listas.
O último trimestre: decide-se o ano seguinte
As verbas de marketing do exercício seguinte fecham-se em outubro e novembro. Um contacto feito nessa altura não tem nada para assinar já, mas é aí que o seu nome tem de entrar na conversa. O objetivo da chamada é ficar inscrito no orçamento, e o contacto seguinte marca-se para janeiro em vez de se forçar uma decisão.
O aniversário do contrato em curso
SEO, gestão de meios, redes sociais: muitos serviços correm a doze meses com renovação. Pergunte sempre a data de aniversário do contrato existente, anote-a e coloque o contacto cerca de dois meses antes do fim. É a única janela em que um prestador instalado é realmente posto em causa.
A proposta de novo site joga-se em dez dias
Um orçamento de site vai quase sempre para três ou quatro agências ao mesmo tempo. Ligue às 48 horas para confirmar que chegou, e depois entre sete e dez dias com um elemento novo, um trabalho semelhante ou uma precisão de calendário. Passadas duas a três semanas sem resposta, a escolha está feita e vale mais marcar um contacto distante do que insistir uma quinta vez.
Dois períodos fixos por semana, em vez de uma campanha
A produção ganha sempre a uma campanha intensiva, raramente a um compromisso recorrente inscrito na agenda. Duas sessões curtas por semana, preparadas na véspera para que o tempo sirva só para falar, aguentam-se ao longo do ano, ao contrário de uma operação de choque que para no primeiro projeto grande.
O pipeline de uma agência assenta em datas escritas: fim do contrato do colega do lado, data de envio da proposta, data combinada para voltar a ligar. O resto é intuição, e a intuição não liga a ninguém.
O guião
As duas chamadas de uma agência: a chamada fria e o pedido recebido
Uma agência tem apenas dois períodos de chamadas por semana e duas situações muito diferentes para tratar. A primeira chamada dirige-se a um gerente ou a um responsável de marketing que já tem prestador. A segunda responde a um pedido que entrou pelo site. O que procura no primeiro caso não é uma reunião, é a data em que o assunto vai existir.
A abertura a frio
«Bom dia, [Nome], da [agência], no [cidade]. Vi o vosso site antes de ligar e vou ser breve: quem é que trata dele hoje, uma agência ou alguém aí dentro?»
Uma pergunta sobre o que existe obtém resposta, ao contrário de uma apresentação de agência, que faz desligar. Sobretudo, evita criticar um site que muitas vezes foi feito pela pessoa que está do outro lado.
Se disser que já tem agência
«Ainda melhor, fica mais simples. O vosso contrato renova-se em que altura do ano? Não lhe estou a pedir para mudar hoje, só quero ligar-lhe no momento certo.»
A data de aniversário do contrato existente é a informação mais útil que uma chamada de agência pode trazer.
Se disser que não há orçamento
«Compreendo, a meio do ano é natural. Aí na empresa, a verba do ano seguinte fecha-se mais em outubro ou em janeiro? Ligo-lhe nessa altura, não antes.»
Se perguntar quanto custa
«Prefiro não lhe dar um número ao acaso, já deve ter recebido vários. Dê-me três minutos de contexto e digo-lhe uma ordem de grandeza antes de desligar.»
Recusar qualquer número afasta. Dar um intervalo depois de três perguntas mantém a conversa e afasta desde logo os projetos fora de alcance.
Se pedir o portefólio da agência
«Envio-lhe três trabalhos próximos da vossa atividade, não o portefólio todo. E ligo-lhe [dia] às [hora] para saber se o estilo lhe diz alguma coisa, dez minutos, não mais.»
A resposta a um pedido recebido no site
«Bom dia, acabou de nos deixar um pedido sobre [projeto]. Estou a ligar já, enquanto ainda está com o assunto na cabeça. Diga-me primeiro para quando o quer, o resto vemos a seguir.»
Começar pelo prazo em vez da necessidade dá numa frase a única informação que decide o resto: um projeto com data ou uma intenção.
Na Skipcall cada chamada é gravada, transcrita e resumida: o guião corrige-se pelo que os comerciais dizem de facto, e não pelo que se imagina que dizem.
A evitar
Três erros que este setor comete ao telefone
O erro
Abrir a chamada a enumerar os defeitos do site do interlocutor.
Em vez disso
Pergunte primeiro quem trata dele. O site foi muitas vezes feito pela pessoa com quem está a falar, pelo sócio ou por alguém próximo, e uma crítica na primeira frase fecha a conversa antes de ela começar.
O erro
Falar de SEO, funil de conversão e desempenho técnico com um gerente.
Em vez disso
Traduza para aquilo que ele próprio conta: quantos pedidos entram, com que qualidade, quantas propostas fecham. O vocabulário técnico guarda-se para o interlocutor que o usar primeiro.
O erro
Pôr o estúdio a orçamentar um site inteiro depois de uma única chamada de dez minutos.
Em vez disso
Três elementos antes de escrever seja o que for: quem decide, para quando, e que verba. Sem eles, a agência produz de graça o caderno de encargos que vai servir para escolher um concorrente.
Perguntas frequentes, Agências web, SEO e comunicação
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