A melhor solução de telefonia para empresas de segurança privada e videovigilância
Marcação de reuniões em volume sobre alvo profissional: o parallel dialer muda a escala das suas campanhas.
Centenas de empresas usam a para rentabilizar cada chamada
O diagnóstico
O que o trava hoje
Marcar auditorias consome muitíssimas chamadas
Comerciantes e microempresas difíceis de apanhar
Renovações de contrato mal acompanhadas
A resposta
O que muda com o Skipcall
Próprio do seu setor
A quem ligar, e por que ordem, para um contrato de segurança
Consoante o tamanho do local, a decisão toma-se em trinta segundos por uma só pessoa ou passa por quatro departamentos. Começar pelo interlocutor errado não faz perder uma chamada: fecha a conta para quem vier a seguir.
O comércio independente: o gerente decide e paga
Num comerciante, num artesão ou numa microempresa há um único interlocutor, que decide sozinho e assina. Está na loja, portanto apanha-se à abertura, antes de chegarem os clientes, ou a meio da tarde, quase nunca entre as 12h30 e as 14h30. O ciclo é curto, desde que se ligue na hora certa.
A rede e a franquia: primeiro a sede da insígnia
Ligar aos franquiados um a um para um dispositivo que devia ser homogéneo em toda a rede é queimar chamadas. O referenciamento decide-se na sede, junto da direção de operações ou do responsável de rede. Obtido o referenciamento, os pontos de venda trabalham-se em volume, com o apoio da sede.
O edifício de escritórios: serviços gerais, depois segurança, depois financeira
Num local maior, a entrada é o responsável de serviços gerais ou o facility manager, que conhece o que está instalado e os incidentes ocorridos. O diretor de segurança só aparece a partir de certa dimensão e decide a parte técnica. A direção financeira valida a mensalidade, quase sempre em último lugar.
A seguradora e o mediador são prescritores
A exigência de alarme ou de monitorização consta muitas vezes das condições da apólice e acorda depois de um sinistro ou na renovação anual. O mediador de seguros da empresa é então um aliado natural, e uma chamada dele legitima a sua. Perguntar quem segura o local é uma pergunta banal que abre muitas vezes a porta verdadeira.
Quem assinou já não é quem renova
Os contratos de monitorização renovam-se automaticamente, e a pessoa que assinou há alguns anos mudou muitas vezes de funções. Antes do fim do contrato, a primeira tarefa não é vender, é identificar quem tem hoje o contrato à sua responsabilidade. Sem esse nome, o contacto sai para uma caixa de correio que já ninguém lê.
Nas câmaras municipais, nas empresas municipais e nas grandes contas a ordem muda outra vez: a necessidade nasce em quem explora o local, mas a compra passa pela contratação pública e pelos prazos próprios dela.
O guião
O script da marcação de uma auditoria num comércio
Está a ligar ao gerente de um comércio, de um artesão ou de uma microempresa, que decide e assina sozinho. Está na loja: ligue à abertura, antes de chegarem os clientes, ou a meio da tarde. O objetivo é uma visita ao local de vinte minutos, nunca a venda de um contrato ao telefone.
A abertura
«Bom dia, [Nome], da [empresa], empresa de segurança privada com alvará da PSP. Não lhe ligo para lhe vender um alarme ao telefone: passo pela sua rua [dia] e faço um ponto gratuito sobre os acessos e a verificação de alarmes. Está aberto de tarde?»
Dizer logo que não se vende nada ao telefone levanta o reflexo de desligar. A qualidade de empresa privada anuncia-se sem nunca deixar supor uma missão oficial: a segurança privada é subsidiária e complementar das forças de segurança e não confere qualquer poder de autoridade.
Se disser que já tem alarme
«A maioria dos meus clientes também já tinha. A questão não é a central que está na parede, é o que acontece quando toca às três da manhã: quem verifica o alarme, e quem se desloca? Aí, hoje, quem é?»
Separar o equipamento do serviço é o único ângulo que se aguenta perante uma instalação já feita, e é também a diferença real entre as duas ofertas. Em Portugal, o alarme tem de ser verificado antes de ser comunicado às forças de segurança, e é isso que se está a vender.
Se perguntar a mensalidade
«Depende do número de pontos a proteger e da configuração do espaço, e eu não os conheço. Prefiro passar vinte minutos aí e dar-lhe um número certo, em vez de lhe anunciar um valor que depois teria de corrigir.»
Se disser que nunca teve problemas
«Ainda bem, e é o melhor momento para falar disto: depois de um assalto já não é uma decisão, é uma reparação. Está seguro em que companhia? A apólice muitas vezes já exige um dispositivo, e poucos gerentes sabem qual.»
A seguradora e o mediador são prescritores neste mercado: a pergunta parece banal e abre muitas vezes a porta verdadeira.
Se estiver contratualizado com um concorrente
«Não lhe estou a pedir que rescinda nada. O contrato renova-se automaticamente, quando é que termina? Anoto, ligo-lhe dois meses antes, e até lá não o incomodo.»
Na monitorização de alarmes, o nome de quem tem hoje o contrato e a data de fim valem mais do que uma reunião arrancada fora da janela de decisão.
A confirmação da visita
«Então [dia] às [hora], vinte minutos. Envio-lhe um SMS com o meu nome e a hora, assim sabe quem lhe está a bater à porta. Se tiver algum imprevisto, responde ao SMS e evita que eu me desloque em vão.»
Na Skipcall cada chamada é gravada, transcrita e resumida: o guião corrige-se pelo que os comerciais dizem de facto, e não pelo que se imagina que dizem.
A evitar
Três erros que este setor comete ao telefone
O erro
Ligar a um comércio na hora em que ele está a trabalhar: entre as 12h30 e as 14h30, ou em plena hora de ponta na restauração.
Em vez disso
O gerente atende porque pode estar à espera de um fornecedor, e depois despacha a conversa. Aponte à abertura, antes dos primeiros clientes, ou ao meio da tarde. Na restauração, afaste por completo a faixa das 12h às 15h e o serviço da noite, e ligue antes ao início da tarde, com a sala já vazia.
O erro
Deixar supor uma diligência oficial, do género «estamos a levantar os dispositivos de segurança do bairro».
Em vez disso
A segurança privada é subsidiária e complementar da atividade das forças de segurança e não confere qualquer poder de autoridade, e a documentação contratual e publicitária tem de identificar o alvará ou a licença e a data de emissão. Anuncie por isso uma empresa privada, autorizada, que vende um serviço. É também o que o distingue dos falsos vendedores que circulam neste mercado, e o gerente ouve a diferença.
O erro
Ligar a um ficheiro comprado de artesãos e comerciantes sem verificar se não contém linhas residenciais.
Em vez disso
Propor um alarme a um particular para a habitação dele é venda a consumidores: obriga a consultar previamente a Lista Nacional de Não Incomodar e a retirar quem lá esteja inscrito, enquanto a chamada para um comerciante na linha profissional se mantém lícita no quadro do RGPD. Separe o ficheiro antes da campanha e, se um número se revelar residencial durante a chamada, pare aí e retire-o da lista.
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